A solidão bate a porta, como o sono faz ao chegar da noite. O medo toma conta do meu resto de coragem, do resto que sobrou de um homem viril. Amar é assim, se apaixonar é assim, nos faz temer, não nos deixa dormir. É lembrar mil e um gestos, com se cada um fosse o único, é sentir cada beijo como se ainda estivesse beijando, é ter contigo uma vontade incontrolável de tentar ser o que nunca foi. Ah o amor é uma droga, sexo um vício; separar-se? A morte! A nossa morte começa na não reciprocidade. Poxa é tão fácil querer bem, dar carinho, fazer valer a pena, eternizar, lembrar e nunca deixar virar fotos. À distância às vezes ou quase sempre nos faz lembrar o que perdemos (saudades), nos faz chorar pelo que não tornamos real, então pra que esperar? Por que não vivermos o momento? Bom é exagerar, amar demais, sofrer demais... Ser uma overdose, ser tudo, ser nada. Bom seria se cada noite nos trouxesse paz, aurora e beijos de namorados.
Percy C
sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Silencioso
Por aí
Para meu amor

...Um grande amor são meninas com flores nas mãos,
Seria iludir-se, seria uma recíproca não verdadeira, mas em nome do grande amor. Muito diferente de apaixonar-se! Somos grandes no amor. Ouvimos músicas chatinhas ou gingadas, lemos poesias e amamos como os poetas. Ah... Viver um grande está em se encontrar ou não nos olhos da tua amada, em molhar-se ou não nos lençóis que te encharcam de desejos. Mas claro! Sempre é bom amar sendo amado. Eu poderia amar mil, mas não consigo, não sei por que não consigo... Sou covarde em nome do grande amor! Vejo-te olhando pela janela pelas brechas da minha; teus olhos pequenos, talvez tristonhos observem ligeiramente o mundo, enquanto os meus fundos de dor, só conseguem te notar, de longe. Entre cigarros e copos de uísque barato, é assim que esquento meu corpo. Te ver passar dói, te ver sofrer dói, saber que não sabes de mim dói. “Um grande amor são meninas com flores nas mãos...”
Percy Carpenter
The skies the limit!
sábado, 31 de outubro de 2009
Um dia
Overdose de sentimentos
Quem disse que precisa disso ou daquilo?
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Momento

Sinto-me só e me dei conta: Quando só estou, produzo mais. A solidão nos faz enxergar o trágico, o drama; nossa óptica muda em relação ao mundo, ao que nos cerca. Pelo menos eu... Vejo tudo a duas doses abaixo, quase tudo cinza... Acaba tudo virando uma overdose! É uma vontade interior de mudar, mas torcendo pra que não mude. Pra continuarmos sendo rebeldes, diferentes, alternativos... [Trecho de uma conversa, com uma amiga]
(Percy Carpenter)
Amor

Ele vem chegando e agente mal o percebe
Quando nos vemos no espelho
Não vemos mais nada
Quando olhamos os olhos
Daquela pessoa o mundo Pará
Nós pegamos às vezes ate sem querer
só pensando em mais um abraço
nos carinhos passados
nos momentos futuros
Planejamos tudo
mesmo que nunca seja
do jeito que queremos
mas é bom porque assim vivemos
o momento duas vezes
Vamos dormir e sonhamos acordado
antes de entrar no verdadeiro paraíso
Vamos dormir não mais porque estamos cansados
e sim, pois queremos um novo dia
um novo momento com aquela pessoa que não sai de sua cabeça
Amar alguém não é sentir necessidade dela
é sentir necessidade dela porque à ama.
[candango Tavares]
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Rosas
Abstrato
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Tudo passa, tudo passará

Existem momentos:
Que adoramos brincar
Julgando-nos ter bastantes amigos
Momentos...
Que preferimos a solidão
E deixamos de lado todo exercício!
Foram os dias que não tínhamos meninas
Agora somos galinhas
Mas passa, são momentos!
Fomos crianças
Fomos ingênuos...
Somos jovens
Corajosos, rebeldes...
Seremos sábios, quem sabe...
Velhos.
(Percy Carpenter)
Que adoramos brincar
Julgando-nos ter bastantes amigos
Momentos...
Que preferimos a solidão
E deixamos de lado todo exercício!
Foram os dias que não tínhamos meninas
Agora somos galinhas
Mas passa, são momentos!
Fomos crianças
Fomos ingênuos...
Somos jovens
Corajosos, rebeldes...
Seremos sábios, quem sabe...
Velhos.
(Percy Carpenter)
Versinhos de amor e despedida

Era cedo de mais, era quase...
Quase que um novo tempo pra nós dois
Uma nova tarde ou o fim de dia de primavera.
Eu lembro que era frio
Como também eram nossas mãos
Aquecíamo-nos, conversávamos, cantávamos
Amávamos a presença de ambos ali
Olhávamo-nos e abríamos aquele sorriso sem graça
Quando os pássaros começavam a cantar.
Eu dizia a ela que nada nos separaria
Enquanto precipitadamente ouvia seus sussurros dizendo:
- Eu sei, eu sei...
Bem baixinho recitava nos seus ouvidos
Versinhos bonitos
Já havia escurecido ali e dali eu não queria sair
Era à distância Estabelecendo-se entre nós dois.
Pra que servia a natureza, pra que servia a terra molhada
Embaixo dos meus pés
Se o que realmente importava pra mim já tinha partido
Partido talvez meu coração com sua ida
Sem despedida, sem flores, sem beijos
Sem nem se quer meias palavras.
Era de repente a tristeza ali tomando conta
Fazendo de conta que tudo aquilo realmente existiu
E que resistiria as melhores situações.
Portando eu te amei de verdade, merecendo a cada
Balançar das árvores com o vento forte, seu amor.
Sei que também me amou, até mais que a si mesma
Mas Infelizmente o destino quis tira-la de mim.
Onde está você agora, onde estás?
Sinto falta do calor de seu corpo, quando frio faz
Como naquele belo dia
Que você quase que ainda me pertencia.
Mas na vida existe mais de uma lua
Como também é diverso o pôr do sol
E com o passar do tempo a vida tem que melhorar
E tudo acaba sempre voltando ao normal.
Não é preciso desistir do amor, por que nele sempre haverá sofrimento
Mas ser certo do que desejas e sofrer por quem realmente vale à pena.
Enquanto houver verão o inverno sempre se esconderá
Por trás das montanhas ou até mesmo diante da sua audácia
É ser livre por que sabes viver.
Abaixo dos céus existe uma porção de coisas boas e interessantes
Existe o pouco que em muito se torna
Como também tem o muito em que nada é aproveitado
Existe a paixão e o fogo que arde e muito faz bem
E também tem o amor monótono e fraco.
São as coisas do futuro
São tudo que além de pouco motiva tantos como eu a viver
É meu muito prevalecendo mesmo que triste
É meu bem estar em saber que um dia estive bem
São as coisas do passado
Tentando azucrinar uma alma que se perde por dores.
Quem me dera acreditar que dentro de mim
Nada acontece
Nada fora uma presença fúnebre do medo
Somente os que só estão, sabem o que é está desamparados
D baixo de tantos outros conflitos que ainda insistem em existir
Persistindo que não se pode fracassar
E que basta ler as entrelinhas do horizonte pra saber que nele
Sempre há guardado o melhor.
- Eu sei, eu sei
Cada palavra sua, agora pra mim tornam-se setas
Até quando assim permanecerei
Até quando assim lembrar-me-ei de ti?
Nem sempre é a morte que separa dois corações apaixonados
E Nem sempre é a vida que se trata de juntar duas pessoas que se amam
É trágico viver quando se aprender a amar
O mundo passa a ser seu
E dele tem-se que tomar conta.
Toda história nossa construirmos juntos, e que agora permanece em mim
Tornou-se difícil levar sozinho, os sonhos que a nós dois pertencia
Fazia-se bem que agora a mim faz mal
Meu romantismo sem ti não mais funciona.
Por que não aceitei que deixastes pra mim um presente teu?
Por que se vivo como hoje estou, um dia eu sei que errei
Tentei muito com sentimentalismo barato
E esqueci-me de cuidadosamente te aquietar
Diante do enorme vazio que passastes nessa vida
Desculpa-me meu amor, desculpa-me.
Se existe o infinito, um dia, estaremos juntos de novo
Talvez ali ou provavelmente aqui
Tanto faz desde que estejamos bem e novamente respirando o ar
Que ao outro um dia pertenceu
A mais bela das provas de amor
E de lado todo rancor que apenas fez parte.
Oh vento, oh maravilhas divina como eu quero de novo o intenso da vida
Deixe-me tentar, por favor, deixe-me acreditar que existe reencarnação
Seria o alivia da minha vida sem graça mesmo que em mentira
É triste saber quando não se é verdade
É triste ter que conviver com outro lado da vida
Eu quero ser quem eu realmente fui um dia.
Meu desejo é morrer pra ti fazer presente em mim
Desejo arder em fogo, desejo o cheiro do jasmim
Desejo todo seu ardor majestoso, desejo não mais desejar
Enquanto a você eu não mais pertencer, prefiro voltar a dormir e a sonhar
E quando as linhas que escrevo acabarem prefiro voltar a pensar
Quão bom foi um dia te amar.
(Percy Carpenter)
Quase que um novo tempo pra nós dois
Uma nova tarde ou o fim de dia de primavera.
Eu lembro que era frio
Como também eram nossas mãos
Aquecíamo-nos, conversávamos, cantávamos
Amávamos a presença de ambos ali
Olhávamo-nos e abríamos aquele sorriso sem graça
Quando os pássaros começavam a cantar.
Eu dizia a ela que nada nos separaria
Enquanto precipitadamente ouvia seus sussurros dizendo:
- Eu sei, eu sei...
Bem baixinho recitava nos seus ouvidos
Versinhos bonitos
Já havia escurecido ali e dali eu não queria sair
Era à distância Estabelecendo-se entre nós dois.
Pra que servia a natureza, pra que servia a terra molhada
Embaixo dos meus pés
Se o que realmente importava pra mim já tinha partido
Partido talvez meu coração com sua ida
Sem despedida, sem flores, sem beijos
Sem nem se quer meias palavras.
Era de repente a tristeza ali tomando conta
Fazendo de conta que tudo aquilo realmente existiu
E que resistiria as melhores situações.
Portando eu te amei de verdade, merecendo a cada
Balançar das árvores com o vento forte, seu amor.
Sei que também me amou, até mais que a si mesma
Mas Infelizmente o destino quis tira-la de mim.
Onde está você agora, onde estás?
Sinto falta do calor de seu corpo, quando frio faz
Como naquele belo dia
Que você quase que ainda me pertencia.
Mas na vida existe mais de uma lua
Como também é diverso o pôr do sol
E com o passar do tempo a vida tem que melhorar
E tudo acaba sempre voltando ao normal.
Não é preciso desistir do amor, por que nele sempre haverá sofrimento
Mas ser certo do que desejas e sofrer por quem realmente vale à pena.
Enquanto houver verão o inverno sempre se esconderá
Por trás das montanhas ou até mesmo diante da sua audácia
É ser livre por que sabes viver.
Abaixo dos céus existe uma porção de coisas boas e interessantes
Existe o pouco que em muito se torna
Como também tem o muito em que nada é aproveitado
Existe a paixão e o fogo que arde e muito faz bem
E também tem o amor monótono e fraco.
São as coisas do futuro
São tudo que além de pouco motiva tantos como eu a viver
É meu muito prevalecendo mesmo que triste
É meu bem estar em saber que um dia estive bem
São as coisas do passado
Tentando azucrinar uma alma que se perde por dores.
Quem me dera acreditar que dentro de mim
Nada acontece
Nada fora uma presença fúnebre do medo
Somente os que só estão, sabem o que é está desamparados
D baixo de tantos outros conflitos que ainda insistem em existir
Persistindo que não se pode fracassar
E que basta ler as entrelinhas do horizonte pra saber que nele
Sempre há guardado o melhor.
- Eu sei, eu sei
Cada palavra sua, agora pra mim tornam-se setas
Até quando assim permanecerei
Até quando assim lembrar-me-ei de ti?
Nem sempre é a morte que separa dois corações apaixonados
E Nem sempre é a vida que se trata de juntar duas pessoas que se amam
É trágico viver quando se aprender a amar
O mundo passa a ser seu
E dele tem-se que tomar conta.
Toda história nossa construirmos juntos, e que agora permanece em mim
Tornou-se difícil levar sozinho, os sonhos que a nós dois pertencia
Fazia-se bem que agora a mim faz mal
Meu romantismo sem ti não mais funciona.
Por que não aceitei que deixastes pra mim um presente teu?
Por que se vivo como hoje estou, um dia eu sei que errei
Tentei muito com sentimentalismo barato
E esqueci-me de cuidadosamente te aquietar
Diante do enorme vazio que passastes nessa vida
Desculpa-me meu amor, desculpa-me.
Se existe o infinito, um dia, estaremos juntos de novo
Talvez ali ou provavelmente aqui
Tanto faz desde que estejamos bem e novamente respirando o ar
Que ao outro um dia pertenceu
A mais bela das provas de amor
E de lado todo rancor que apenas fez parte.
Oh vento, oh maravilhas divina como eu quero de novo o intenso da vida
Deixe-me tentar, por favor, deixe-me acreditar que existe reencarnação
Seria o alivia da minha vida sem graça mesmo que em mentira
É triste saber quando não se é verdade
É triste ter que conviver com outro lado da vida
Eu quero ser quem eu realmente fui um dia.
Meu desejo é morrer pra ti fazer presente em mim
Desejo arder em fogo, desejo o cheiro do jasmim
Desejo todo seu ardor majestoso, desejo não mais desejar
Enquanto a você eu não mais pertencer, prefiro voltar a dormir e a sonhar
E quando as linhas que escrevo acabarem prefiro voltar a pensar
Quão bom foi um dia te amar.
(Percy Carpenter)
Eu não existo sem você

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você.
(Vinícius de Moraes)
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você.
(Vinícius de Moraes)
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Nove
Estrela ideológica

Poema de rimas fortes
Nos lençóis encharcados por desejo
Que vislumbra as vis estrelas
Que voam, viajam e caem
Caem em cima da minha cabeça
Que em exagero dói e desdém o mesmo
Como quem sente os vendavais dos poetas
Dos cultos que fazem da simples palavra
A melhor da frase
Deslumbro o meu lado que cala meu corpo sedento
Cedendo prazer aos que não mais sentem
No pacto de sangue e palavras
E nos lábios molhados da vida
Muito, muito, desejo o mais infeliz...
Há liberdade pra proibir o que radia no pouco
Na ótica cega e insensata dos radicais de direita
Mas aqui, agora
No vermelho intenso de espírito
Sendo mentor do meu futuro e dos que posso
Ajudo, tento, transformo, tento
Desejo o mais dos infelizes, desejo compartilhar desejos.
Nos lençóis encharcados por desejo
Que vislumbra as vis estrelas
Que voam, viajam e caem
Caem em cima da minha cabeça
Que em exagero dói e desdém o mesmo
Como quem sente os vendavais dos poetas
Dos cultos que fazem da simples palavra
A melhor da frase
Deslumbro o meu lado que cala meu corpo sedento
Cedendo prazer aos que não mais sentem
No pacto de sangue e palavras
E nos lábios molhados da vida
Muito, muito, desejo o mais infeliz...
Há liberdade pra proibir o que radia no pouco
Na ótica cega e insensata dos radicais de direita
Mas aqui, agora
No vermelho intenso de espírito
Sendo mentor do meu futuro e dos que posso
Ajudo, tento, transformo, tento
Desejo o mais dos infelizes, desejo compartilhar desejos.
Percy Carpenter, 04/08/09
Mais uma vez
domingo, 25 de outubro de 2009
Liberdade pra amar

...Quero ser livre
E ter um pouco de paz
Amar e fazer amor
Perto do fogo
Exposto ao sereno...
Quero um violão
Pra berrar ao céu
E aos deuses
Que sou só, sem você...
Quero uma música
Ou um livro
Quero escrever
E me esconder do perigo...
Quero fugir e morrer
Beijar sua boca
Pra poder viver...
E sentir paz!
(Percy Carpenter)
Meu medo

Os segundos passam
Lentos como horas
Os zumbidos me consome
Dei um abraço na morte
Bebi o doce veneno da escuridão
palavras repetidas aceleram meu coração
um leve suspiro me faz apagar
um leve toque me fez acordar
A tontura já me apagou
A falta de ar quase me matou
o filme de fogo
não parava de passar
Enquanto me consumia
esperava alguém me salvar
O medo toma conta de mim
Quero fugir dessa osmose
O medo se torna meu fim
Meu medo é overdose
{Candango Tavares}
Sorriso ou lágrima?
A solidão é uma das formas de encontrar a si mesmo e aos outros. Quem tá sempre feliz não tem uma percepção de mundo aguçada, é a tristeza que nos transporta a ambientes nunca antes vistos. Digamos que ela capta tudo como poesia. Solidão seria: Quarto morno, revistas antigas, violão, romance e falta de reciprocidade; pode ser que sim! Cada um a encara de uma forma distinta. Porém é abstracto o suficiente pra se tornar concreto entre duas pessoas. Há os que dizem que todo bom amor, pra ser feliz, antes precisa ser triste.
(Percy Carpenter)
Últimas horas
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